
ICQ, MSN, Orkut etc. Afe! Com tantos recursos, esqueci completamente dos pequenos prazeres, como escrever e receber uma carta. E quando me pego nestes momentos de nostalgia, a primeira coisa que faço é "desenterrar" a minha caixa de sapatos especial. Nela, guardo mil coisinhas. Tem de tudo: papel de bala, desenhos da minha irmã (tenho uns 497 milhões!), bilhetes dos meus pais, fotos, cartas, muitas cartas, além, claro, dos meus diários. Nem sei se este hábito ainda existe, porém, eu andava com os meus pra cima e pra baixo, escrevendo sobre cada cena vivida, emoções, amor, ódio, e tudo mais. Bom, abri a tal caixa especial e, depois de anos, comecei a reler os diários. Incrível como a mulher é criativa! Incrível como há material riquíssimo para milhares de contos, poesias, letras de músicas e qualquer outra manifestação artística. Separei algumas destas passagens e vou transformá-las em outras estórias. O enredo será o mesmo; os nomes serão trocados; e a visão será a de uma mulher mais madura, lendo o diário de uma menina de 16 anos. Aproveito para convidá-los a contribuir: todos nós temos fatos que mereçam uma releitura. Por isso, fiquem à vontade para me enviar ou para comentar sobre quaisquer outros assuntos.

Um comentário:
Puxa te prometo ler o seu blog com mais calma para participar dos comentários. Mas pelo que li um pouquinho está de parabéns.
Kisses!
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